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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Concessionária do Maracanã acumula prejuízo e pode devolver o estádio



Odebrecht e Governo Estadual ainda negociam a readequação do contrato de concessão, modificado com o cancelamento de obras que proporcionariam fontes de receita como shopping e estacionamento no complexo do Maracanã. A possibilidade de a empreiteira devolver a administração do estádio no fim do ano circula em conversas nos bastidores e é cada vez mais real, na medida em que a empresa continua a acumular prejuízos. Há cerca de dois meses, a cúpula da concessionária dava como certa a assinatura de um novo contrato. Mas a negociação para reequilibrar o acordo segue sem desfecho.

A empresa tenta esgotar todas as opções de negociação antes de sinalizar a medida, pois não há intenção de criar atrito nas relações com o poder público. No entanto, fontes no governo já ouviram de gente da Odebrecht que a devolução é iminente. Em 2016, a concessionária trabalha com nove meses de fechamento do estádio por conta das Olimpíadas e, diante desse quadro, cortou 40% dos seus funcionários. A concessionária estaria calculando um prejuízo neste ano de cerca de R$ 57 milhões, mas não há confirmação oficial do número.

Um novo fator está prestes a entrar no cálculo: a liberação da venda de cervejas. A concessionária já dispõe de alguns estudos do impacto em outros estados, e os números são positivos - tanto para aumento de público, quanto para aumento de receita. O projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aguarda sanção, ou veto, do governador Luiz Fernando Pezão. A Alerj ainda tem a possibilidade de derrubar, em votação, um eventual veto de Pezão.

Consultada, a concessionária informou, por email: "Governo do Estado do Rio de Janeiro e Maracanã estão em fase final de reequilibro do contrato de concessão, com assinatura de aditivo que redefinirá o escopo e cronograma das obras incidentais. De acordo com cronograma previsto originalmente, as instalações do estádio serão cedidas ao Comitê Olímpico Internacional (COI) no início de 2016 para o período de exclusividade dos Jogos Olímpicos, por até nove meses".

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