sábado, 5 de julho de 2008

Branco fica sem o dinheiro da penhora da renda


O Fluminense deve, e não nega. Mas se Branco não aceitar parcelar a dívida de R$ 2,8 milhões que o clube tem com ele, acumulada desde 1994, a permanência do coordenador no comando do futebol tricolor poderá se tornar inviável.

"Não posso ter um funcionário brigando na Justiça e ao mesmo tempo em atividade nas Laranjeiras", salientou o presidente Roberto Horcades, como se não soubesse do fato quando o contratou.


O dirigente disse que consultou os arquivos da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e que a entidade realmente depositou os salários e os prêmios de Branco, durante o tempo em que ele serviu a Seleção Brasileira, na Copa dos Estados Unidos.


"O dinheiro foi depositado nos cofres do Fluminense, sim. Onde ele foi parar, não me perguntem. E mesmo que eu quisesse saber a resposta, não poderia obtê-la. O presidente daquela época (Arnaldo Santiago) já morreu", lembrou Horcades.

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