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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Flamengo terá camisa mais limpa na estreia, mas negocia marcas de R$ 15 milhões


Novas camisas do Flamengo na loja oficial do clube (Foto: Gustavo Rotstein)
A expectativa era de estrear no Brasileiro com mais novidades além da camisa nova. Mas ainda não será possível. Para o jogo contra o Sport, o Flamengo terá no espaço mais valorizado da camisa a Caixa Econômica Federal e o restante da camisa limpo. Depois de colocar marcas pontuais - a Konami e a Euro Colchões -, a diretoria rubro-negra ainda negocia novos parceiros para as costas e a barra do uniforme. Um dos nomes é da Clipper, marca de isqueiro, que deve fechar por R$ 4 milhões para ocupar a barra. Nas costas, a expectativa é de um acordo para que o Flamengo receba R$ 11 milhões - totalizando cerca de R$ 15 milhões.

Pelo contrato de um ano com a Caixa, o Flamengo recebe R$ 25 milhões - é o segundo maior patrocinado pelo banco público. O Corinthians ganha R$ 30 milhões. Na projeção de orçamento para o ano, o clube esperava conseguir R$ 5 milhões para a barra. Mas a Clipper deve pagar um pouco menos, porém, por tempo de exposição mais curto.

Em compensação, nas costas, o valor deve ser um pouco maior do orçamento de 2016, que previa R$ 9 milhões para o espaço. O Flamengo espera fechar com o novo patrocinador por R$ 11 milhões. A diretoria e o departamento de marketing não se pronunciam sobre as negociações em andamento. Mas existe otimismo nas duas tratativas. Os acordos para serem assinados ainda vão precisar passar pelos conselhos do clube.

Em entrevista ao GloboEsporte.com, na semana passada, o vice-presidente de finanças, Claudio Pracownik, lembrava que as duas partes - clube e investidores - procuravam meio-termo para fechar a parceria e colocar a marca na camisa do Flamengo.

- Não vamos depreciar nossa marca, mas também não vamos fechar os olhos para a situação financeira do país. Não existe veículo melhor para exposição do que a camisa do Flamengo; por outro lado também está na mesa a situação financeira do país. Os patrocinadores estão defendendo o lado deles, nós, o nosso. Tenho esperança de que chegue num bom senso e encontremos um meio do caminho - dizia o dirigente do Flamengo.

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