segunda-feira, 29 de julho de 2013

Reservas fazem treino técnico no Ninho do Urubu


Diego Silva enfrentou o Bota e foi a campo hoje Depois de um empate com sabor de vitória contra o Botafogo, o clima da tarde de segunda-feira (29.07) do Flamengo foi de leveza, mas também de seriedade. Os jogadores que foram reservas no clássico, além de Diego Silva e Gabriel (que atuaram apenas 45 minutos), fizeram um treino técnico no campo 5 do Ninho do Urubu.

Os atletas foram divididos em três equipes por Sidnei Lobo, auxiliar técnico de Mano Menezes. Cada uma formada por seis jogadores e sempre duas delas se enfrentavam, em campo reduzido, enquanto a outra esperava para ir ao gramado e dar continuidade ao revezamento. Após o trabalho, os integrantes da equipe que mais perdeu tiveram que carregar nas costas os atletas do grupo que mais venceu.

"Teve a brincadeira no final, mas o treino foi bem competitivo e sério. Até porque é o treino mais importante antes do jogo contra o Bahia, pois amanhã, como é véspera da partida, não será tão intenso. Botamos algumas regrinhas no treinamento para estimular a competitividade dos jogadores. Luiz Antônio, Gabriel, Adryan e Diego Silva participaram porque jogaram só metade do jogo de ontem", explicou o auxiliar técnico de Mano Menezes.

Com exceção de Gabriel e Diego Silva, os titulares contra o Botafogo ficaram apenas na academia, onde fizeram musculação. Nesta terça-feira (30.07), o elenco fará o último treino no Centro de Treinamento antes da viagem para Salvador. Na capital baiana, o Flamengo enfrentará o Bahia na noite de quarta-feira (31.07), pela décima rodada do Brasileirão.


Elias lamenta cartão após comemorar gol com a torcida: 'Está ficando chato'


O primeiro gol no estádio mais famoso do Brasil já seria motivo de comemoração. Mas além disso, a bola na rede aos 49 minutos do segundo tempo empatou o clássico contra o Botafogo por 1 a 1 e permitiu que o Flamengo terminasse a rodada fora da zona de rebaixamento. A sensação de Elias não poderia ser outra a não ser de euforia no Maracanã. O camisa 8 rubro-negro se jogou nos braços da torcida para vibrar, isso após ainda ter dois gols anulados no decorrer do jogo. No entanto, a comemoração rendeu um cartão amarelo e desagradou o jogador. Nesta segunda-feira, ele reclamou da advertência recebida e usou os campeonatos europeus como exemplo para pedir um futebol menos "chato".

- Me sufocaram ali, fiquei sem respirar, muita gente segurando (risos). Mas é bom, futebol é gostoso por causa disso. Mas está ficando chato, daqui a pouco não vai poder nem comemorar gol. As pessoas que tomam conta do futebol têm que rever essa sugestão de dar cartão amarelo quando o jogador vai comemorar com a torcida. Na Europa é assim, já vi até jogador pular na arquibancada, voltar e não acontecer nada, não ser punido.

As reformas os estádios receberam para a Copa das Confederações permitiram com que a torcida ficasse ainda mais próxima ao gramado. Para Elias, a sensação de compartilhar as alegrias com os torcedores deve ser experimentada por todos os jogadores. Ela ainda relembrou um dos momentos marcantes de sua carreira quando, ao lado de Ronaldo, subiu no alambrado do estádio Prudentão para comemorar o primeiro gol do Fenômeno com a camisa do Corinthians.

- Acho que esses estádios novos estão proporcionando isso para a gente, essas novas sensações. O jogador que tiver a oportunidade, tem que ir. Eu tive a oportunidade no gol do Ronaldo, quando o alambrado caiu, e isso ficou marcado para sempre na minha carreira - relembrou, citando o jogo contra o Palmeiras pelo Campeonato Paulista de 2009, quando o gol do camisa 9 também marcou um empate com sabor de vitória.

Ainda falando sobre o momento especial, Elias revelou a presença da família no estádio.

- Minha família estava lá, meu pai, minha mulher e meu filho de um ano e pouco. Foi meu primeiro gol no Maracanã. Não tem muito o que falar, gol no Maracanã, no último minuto, em clássico, acho que vou contar para os meus netos - completou.

O próximo jogo do Flamengo será contra o Bahia, nesta quarta-feira, na Fonte Nova, às 21h50 (horário de Brasília). O estádio, também reformado para a Copa das Confederações, já presenciou comemorações semelhantes à de Elias, inclusive na sua reinauguração, na goleada do Vitória sobre o Bahia, por 5 a 1, pelo Estadual.

Apesar do empate, torcida do Flamengo é quem sai do Maracanã com sorriso


Bandera de Melo presidente flamengo (Foto: Reprodução / youtube) O Maracanã recebeu um saudoso público de 52.361 pessoas para o clássico entre Flamengo e Botafogo, que voltavam ao estádio depois de três anos. Os rubro-negros estavam em maioria, lotaram a parte atrás de um dos gols e boa parte das áreas mistas, mas por pouco não foram os alvinegros que saíram vitoriosos. Cada clube foi para casa com um ponto, mas o gol de Elias, aos 49 minutos do segundo tempo, no entanto, deu o sabor mais doce para a torcida do Fla no empate por 1 a 1.

O clima entre as torcidas do lado de fora do Maracanã foi de tranquilidade, apesar de ter havido muito contato entre elas nas entradas. Já nas arquibancadas, as provocações começaram antes mesmo de a bola rolar. Os rubro-negros gritavam que os rivais iam em número reduzido ao estádio, e os botafoguenses respondiam com a tradicional canção em alusão ao episódio em que alguns torcedores do Flamengo caíram na geral após o rompimento de uma grade na final do Brasileiro de 1992.

Quando a bola rolou, o Botafogo estava melhor em campo e a torcida alvinegra foi à loucura com o gol marcado por Rafael Marques após passe de Seedorf em jogada ensaiada. Os flamenguistas tentaram dar apoio ao time e gritaram alto para tentar calar os rivais, que pouco depois soltaram o "Uhhh" na cobrança de falta de Seedorf que acertou a trave do goleiro Felipe.

Os rubro-negros começaram a dar sinais de impaciência com os constantes erros do time e exigiram: "Queremos raça". Do outro lado, os confiantes alvinegros provocavam: "Favela, silêncio na favela". Na segunda etapa, a pressão do Fla deixou o clima apreensivo. Por duas vezes o grito de gol dos flamenguistas saiu da garganta, mas em vão, já que o árbitro apontou impedimento de Elias ao balançar a rede.

Os torcedores do Bota começaram a sentir que a vitória se aproximava e, depois dos 40 minutos, começaram a cantar em alto e bom som o hino do clube. A maioria dos rubro-negros não deixou o Maracanã e foi recompensada com o gol de Elias aos 49 minutos. Os torcedores vibraram diante dos incrédulos alvinegros, que tomaram as saídas do estádio ao som da música "Ninguém cala esse chororô". Até o presidente Eduardo Bandeira de Mello entrou na provocação.

Porque todos querem gozar no Botafogo?




Camisas 9 e 10 do Flamengo FA apostam no entrosamento para brilhar

No futebol, o entrosamento entre o camisa 10 e o camisa 9 é algo muito importante. Para os flamenguistas, Zico e Nunes levaram isso a outro patamar. Agora, no futebol americano, o quarterback Ramon “Mamão” Martire e o wide receiver Rodrigo “Vinny” Pons tentam repetir a antiga receita de sucesso. Companheiros também na seleção brasileira, os jogadores são destaque no ataque do Flamengo FA e foram responsáveis por abrir o placar na vitória por 14 a 3 sobre o Botafogo FA neste sábado.

Ramon Mamão Martire e Rodrigo Vinny Pons, flamengo futebol americano (Foto: Arquivo Pessoal) 
Ramon e Vinny usam no Flamengo o entrosamento que têm da seleção brasileira (Foto: Arquivo Pessoal)

Flamengo x Botafogo futebol americano torneio touchdown (Foto: Adriano Albuquerque)
 - A gente joga junto desde 2009 quando começou o Imperadores. Em 2009 eu estava com dois anos de quarterback e ter um cara como o Vinny, que já jogava na areia e era disparado um dos melhores do Rio e possivelmente do Brasil, me ajudava muito porque ele me passava tranquilidade. Em algumas bolas ele falava “pode dar em mim que eu garanto”. Com o passar do tempo a gente foi evoluindo. Hoje a gente sabe o que cada um vai fazer só no olhar ou só com uma palavra – contou Ramon.

O passe de Ramon para o touchdown de Vinny aconteceu logo no primeiro lance do segundo quarto. A 18 jardas da endzone, o quarterback acertou uma jogada que os dois já usam em seus jogos há um bom tempo. “Mamão” é só elogios para o recebedor.



                                  Com marcação em cima, Ramon tenta o passe (Foto: Adriano Albuquerque)

- Ele é um atleta absurdo. Ele pega a bola, ele corre, ele dá pancada, ele apanha.  Ele está em todas. Tudo que tiver que fazer, ele está aí. Ele é muito bom. É um dos melhores, se não o melhor do Brasil – afirmou.

flamengo x botafogo futebol americano (Foto: Reprodução/Facebook) 
Flamengo venceu o Botafogo no último sábado (Foto: Reprodução/Facebook)

Não foi só Vinny que mereceu elogios de Ramon Martire. Para ele, o público presente no Estádio Luso Brasileiro e a boa atuação do Botafogo valorizaram ainda mais a vitória deste sábado.

- A gente estava esperando a torcida e a torcida veio, compareceu e foi muito bom. A gente pegou um time bom. Os dois primeiros jogos foram mais tranquilos, e para o Botafogo a gente teve que estudar mais. O time deles é muito bem postado em campo. Foi um jogo muito bom, num nível muito bom – destacou o quarterback.


Presidente do Flamengo canta o 'chororô' após empate com o Botafogo


O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, não conseguiu segurar a euforia após o gol de Elias, no empate em 1 a 1 com o Botafogo, neste domingo, no retorno das duas equipes ao Maracanã. O mandatário da Gávea entrou no clima da torcida e cantou junto a música,  ''ninguém cala esse chororô, chora o presidente, chora o time inteiro chora o torcedor''  , uma paródia rubro-negra da música que ficou famosa entre os alvinegros.

O gol de empate saiu aos 49 minutos da partida e a torcida rubro-negra comemorou como se fosse uma vitória. Com o resultado, o time de Mano Menezes deixou a zona de rebaixamento, empurrando o rival tricolor para a zona da degola, além de evitar que o Botafogo voltasse à ponta da tabela. O Flamengo soma 10 pontos e ocupa a 15ª posição no Brasileiro.

Depois da volta ao Maracanã, o Flamengo só retorna ao estádio no próximo dia 11, no Fla-Flu, com mando do Tricolor. Na próxima quarta-feira, o Rubro-Negro encara o Bahia, na Arena Fonte Nova.





Bahia x Flamengo: ingressos para a partida de quarta continuam à venda



As vendas de ingressos para a partida entre Bahia e Flamengo, que começaram no início do mês, continuam. Os bilhetes são comercializados nos balcões Ticketmix dos shoppings de Salvador, nas bilheterias da Arena Fonte Nova e também na internet.

Vale lembrar que as entradas para torcedores do Flamengo estão esgotadas. Para a torcida do Bahia, ainda há ingressos, que custam a partir de R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

A partida, válida pela 10ª rodada do Brasileirão, será realizada nesta quarta-feira, na Arena Fonte Nova, às 21h50m (horário de Brasília). Com 16 pontos, o Tricolor é o 5º colocado da tabela. Já o Flamengo é o 15º, com 10 pontos.

Torcedor Oficial do Bahia
Os torcedores participantes do TOB terão acesso garantido ao estádio mediante apresentação da carteira de sócio. Eles devem entrar na Arena pelo portão Norte, que fica na Ladeira da Fonte, e têm assentos no setor Norte intermediário e inferior. Já quem tem o TOB cadeira ficará no setor Oeste inferior, com acesso pelo portão Sul, no Dique do Tororó.

Os torcedores ainda podem comprar ingressos para o setor Premium, que fica localizado na arquibancada intermediária do setor Oeste. Aqueles que ficam nestes assentos têm mais conforto e comodidade, como cadeira acolchoada e braço com porta-copos, além de acesso ao longe, uma área climatizada com serviço diferenciado.

Mano cita Seedorf 'palestrante', quer Fla maduro e não desiste de Cadu

Mano Menezes pede calma aos torcedores para colocar o Flamengo no rumo, mas sabe que ser atendido é um tanto quanto utópico. Ao mesmo tempo em que tenta fazer o time evoluir tecnicamente e taticamente, o treinador espera ver seu grupo mais maduro e preparado para lidar com situações de dificuldade. O empate por 1 a 1 com o Botafogo no domingo virou exemplo. E a postura de Seedorf, também. Mano destacou a forma como o camisa 10 alvinegro, de 37 anos, usa a experiência para tentar ajudar sua equipe e chegou a chamá-lo de “palestrante”. Para o comandante, o grupo terá de acelerar o ganho de experiência.

- Vamos qualificando a equipe naturalmente. Estamos aprendendo muito a cada jogo. Talvez tenhamos que aprender a dirigir mais a equipe, conversar mais com a arbitragem, como vi o Seedorf conversando para caramba, houve um lance em que ele falou seis minutos com o árbitro. Parecia um palestrante. Temos que aprender a conviver com isso. Às vezes, temos que aprender com a dureza do campeonato. Não precisa ficar velho para ficar experiente.

No clássico, o Rubro-Negro fez um primeiro tempo muito ruim, sofreu o primeiro gol, mas conseguiu o empate aos 49 da etapa final. Na partida, alguns jogadores foram criticados pela torcida. O volante Diego Silva, substituto de Cáceres, não foi bem nos 45 minutos iniciais, ouviu vaias e acabou substituído no intervalo. O meia-atacante Carlos Eduardo também não agradou. Sobre o camisa 20, Mano não desiste de recuperá-lo.

- Já são um pouco antigas (as vaias), vamos ter que resolver isso porque não podemos perder ninguém. Temos de ganhar mais jogadores. Carlos Eduardo já está melhor, ainda vai errar, outros erraram também. Vai conviver com essa mudança mais dura em alguns momentos. Na medida em que se dedicar, trabalhar como está trabalhado, logo elas cessarão, e o torcedor vai entender a importância dele para a equipe.

Mano Menezes Flamengo (Foto: Alexandre Vidal / Flaimagem) 
Mano Menezes usa Seedorf como exemplo para Fla ficar mais experiente (Foto: Alexandre Vidal / Flaimagem)

O Flamengo continua em situação difícil no Brasileiro. Com dez pontos, é o 15º. Na próxima quarta-feira, o time enfrenta o Bahia, em Salvador. Mano descarta mudanças na equipe e prefere dar confiança aos atletas.  

- Pedir calma no futebol brasileiro é uma utopia, mas é o que precisamos. Dar segurança a eles. Entender que em alguns momentos não vão entrar bem. Não posso excluir um jogador do grupo. O Brasileiro é muito duro para formar time e elenco. Sempre que tivermos oscilações maiores, que é o que não quero, vou manter jogadores como ele (Carlos Eduardo). Não pode a cada falha, a cada jogo, ocorrer o afastamento da equipe titular.

domingo, 28 de julho de 2013

Leonardo Gaciba diz que segundo gol anulado do Flamengo foi legal

 

'mal anulado' (Reprodução)O Flamengo arrancou o empate contra o Botafogo, neste domingo, no Maracanã, com gol de Elias aos 49 minutos da etapa final. Porém, a história poderia ter sido diferente. No segundo tempo, o próprio Elias teve dois gols anulados. O segundo foi o que gerou mais reclamações, já que, no começo da jogada, o pé de Dória dá condição para o volante e, na sequência, Bolívar domina mal a bola, que sobra para o jogador finalizar para a rede. Para o comentarista de arbitragem do SporTV, Leonardo Gaciba, apesar da posição do atleta ser normal, é muito difícil de ser percebida pelo assistente, já que o corpo do zagueiro do Botafogo está projetado para a frente.

- Independente da origem da jogada, o gol é legal. Se for a cabeçada, o pé do jogador do Botafogo está saindo, mas é uma luta do olho humano com a máquina muito difícil de ser vencida, porque a referência do assistente, na maioria das vezes, é o corpo do jogador. Fica difícil ver partes como o pé, que dá condiçao. Na regra, friamente dentro da lei, é legal. Um gol mal anulado. Mas dentro do campo de jogo é muito difícil de ser interpretado - explicou, durante o "Troca de Passes".

Questionado se, caso Elias realmente estivesse impedido, se a jogada de Bolívar tornaria a posição legal por iniciar um novo lance, Gaciba afirmou que é uma questão de interpretação, já que também pode ser visto como um rebote que o rubro-negro aproveitou.

- Essa questão é interessante colocar, porque estamos radicalizando a modificação na regra. Neste caso, para o Bolívar ser origem da jogada, só se considerar que houve erro técnico do jogador. Que ele teve posse de bola, que teve a bola à sua disposiçao e cometeu um erro técnico. E me parece que isso também, já que ele tenta dominar na coxa e a bola foge. Poderia ser considerado, mas a questão do desvio, não é qualquer movimento do defensor que é considerado desvio. O jogador tem que buscar o jogo, sair da sua posição e tocar a bola mal para se considerar origem (do lance). Nesse caso o jogo vem até o Bolivar, a bola foi até ele, então pode ser considerado rebote. Mas tem essa interpretação de ser erro técnico. Se ele já tinha a bola e dominou mal, tornando-se origem da jogada - concluiu o comentarista.


Após vaias no clássico, Carlos Eduardo recebe apoio de Mano




Flamengo x Botafogo - Vitinho e Carlos Eduardo (Foto: Paulo Sergio/ LANCE!Press)Carlos Eduardo chegou ao Flamengo em janeiro deste ano, e ainda não conseguiu convencer a torcida. Após fraco desemprenho no empate em 1 a 1 com o Botafogo, neste domingo, o meia foi vaiado pela torcida após ser substituído, ainda quando o Alvinegro vencia a partida. O camisa 20 recebe o maior salário do elenco e ainda não marcou com a camisa rubro-negra. Mesmo com as vaias o jogador recebeu o apoio do técnico Mano Menezes.

- Essas vaias são antigas, ele já esta melhor, mas ainda vai errar, como outros jogadores tambem erraram. Ele vai conviver com essa cobrança pois se criou uma expectativa grande sobre ele. Mas ele tem trabalhado para melhorar, tem treinado bem e se dedicado - comentou Mano Menezes.

Carlos Eduardo estreou justamente diante do Botafogo, na fase de grupos da Taça Guanabara, quando o Rubro-Negro venceu o confronto por 1 a 0. O meia jogou apenas os primeiros 45 minutos de jogo, saindo para a entrada de Rodolfo.

A única vez que o jogador foi aplaudido pelos rubro-negros, foi no clássico com o Vasco, em Brasília, porém, também não ficou em campo em toda a partida. Cadu ainda segue realizando um trabalho individual de condicionamento físico.





Mano explica por que mexidas surtiram efeito contra o Botafogo

 
justiceiro (Fernando Soutello / Ag. Estado)Nitidamente superior ao Botafogo no segundo tempo, o Flamengo conseguiu valer das substituições de Mano Menezes no intervalo para conseguir o empate em 1 a 1, neste domingo, no Maracanã. Após o jogo, o treinador explicou por que lançou Luiz Antonio e Adryan logo na volta para a etapa final e como conseguiu também neutralizar alguns pontos de destaque do adversário. Inicialmente, a entrada do volante no lugar de Diego Silva foi para melhorar a saída de bola.

– Luiz Antonio é um segundo volante. Perdemos um pouco de pegada no meio, mas não precisávamos disso tudo no momento. Tinha de priorizar a saída de bola – comentou o treinador rubro-negro.

Com a entrada de Adryan, por sua vez, Mano frisou que não só deu mais opção para a criação como também modificou a maneira de o Botafogo se posicionar em campo, especialmente do camisa 10 do Alvinegro, Seedorf.

– Adryan entrou para ser o segundo armador e dificultar a criação do Botafogo. A partir de um certo momento, eles tiraram o homem de lado, abriu os atacantes e colocou Seedorf para ser o homem central e segurar Luiz Antonio quando ele tentava avançar para sair jogando – disse Mano.

Com o resultado o Rubro-Negro saiu da zona de rebaixamento chegando aos 10 pontos, trocando de lugar na tabela com o Fluminense. O próximo desafio é diante do Bahia, na próxima quarta, em Salvador.

Os gols de Flamengo 1 x 1 Botafogo


Flamengo 1 x 1 Botafogo, melhores momentos - Brasileirão 28/07/201

Elias é só euforia após marcar gol de empate para o Flamengo


A euforia de Elias na comemoração do gol aos 49 minutos é plenamente aceitável. Não só por garantir a manutenção da invencibilidade de Mano Menezes à frente da equipe, como também por livrar o a equipe da zona do rebaixamento, lugar que o Rubro-Negro ocupava antes do jogo.

Mais do que isso, uma celebração especial para o volante, que marcou pela primeira vez no Maracanã, desta vez pelo Fla.
.
– Já havia falado essa semana. Apesar de ser paulista, sempre admirei o Flamengo. É um sonho realizado – comentou o jogador.

Explosão no momento do gol que fez com que Elias fosse até a torcida e entregasse a camisa para uma criança que estava acompanhada da família. O ganhador da lembrança, por sua vez, era desconhecida do rubro-negro.

– Não conhecia. Quando geralmente dou alguma camisa procuro uma criança. Tenho filho, sobrinhos e sabemos que eles têm muita paixão, vão ao estádio e torcem muito por nós – explicou.

Flamengo 1 x 1 Bostafogo

      

  Ficha  x  técnica



Data: 28/07/2013

Hora: 18h30m (de Brasília)

Local: Estádio do Flamengo, Maracanã


Árbitro: Péricles Bassols Cortez (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Luiz Claudio Regazone (RJ)

Cartão amarelo: Gabriel,  Gilberto (Bot)Hernane, Elias(Fla)

Gols: Rafael Marques e  Elias(Fla)

Renda/Público: R$ 3.082.555,00/  38.853 pagantes (52.361 presentes) 45mil torcedores do Flamengo

Flamengo: :Felipe, Léo Moura, Wallace, González e João Paulo; Diego Silva(Luiz Antonio) , Elias, Gabriel(Adryan) , Carlos Eduardo( Hernane) e Paulinho; Marcelo Moreno.
Técnico: Mano Menezes


Botafogo: Jefferson, Jefferson, Gilberto, Dória, Bolívar e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Gabriel(Antônio Carlos), Vitinho, Seedorf e Lodeiro(Lima); Rafael Marques.
Técnico: Oswaldo de Oliveira



Deus



Jornada Católica reúne 3 Milhões de pessoas nesse momento no Rio de Janeiro.

Número é 3 vezes maior que o maior evento evangélico já realizado no Brasil, a Marcha para Jesus de SP.


sábado, 27 de julho de 2013

Flamengo x Botafogo tem 36 mil ingressos vendidos





HOME Fila de ingressos no Maracanãzinho (Foto: Igor Siqueira)A venda antecipada de ingressos para o clássico entre Flamengo e Botafogo terminou o sábado com a parcial de 36 mil bilhetes vendidos. O número é superior à metade da carga de 64.179 disponibilizada ao torcedor. A expectativa é de que mais de 50 mil pessoas compareçam ao jogo.

Em relação aos números de quinta e sexta-feira, a venda durante o sábado pode ser considerada fraca. Até o fim da noite da sexta, tinham sido comercializados 32 mil bilhetes.

O Flamengo lembra que, em função de problemas técnicos, não será possível usar o cartão do projeto “Nação Rubro-Negra”. Os torcedores do Botafogo, por sua vez, têm direito a 50% de desconto e, caso sejam estudantes, pagarão metade do valor estipulado para a meia-entrada.

Torcedores que quiserem trocar o ingresso neste domingo devem ir ao Maracanã, a partir das 10h, na bilheteria 2 do Maracanãzinho. A bilheteria 1 funcionará apenas para vendas. Cada uma vai operar com 20 guichês e não haverá outros postos de troca ou venda no dia do clássico.

Os bilhetes do setor superior destinados à torcida do Flamengo estão esgotados desde o início da semana.

Logística

A transferência dos eventos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Guaratiba para Copacabana não alterou a logística programada para o confronto deste domingo.

A celebração do papa Francisco na praia está prevista para 10h, distante do horário do início da partida. O trânsito no local, entretanto, será liberado somente após 19h.

A bilheteria 2 também estará efetuando a troca de gratuidades e vendendo ingressos



Love visita Hernane e Paulo Victor na concentração do Flamengo


Vagner Love aproveitou a rápida passagem pelo Rio de Janeiro para rever dois amigos dos tempos de Flamengo. Na tarde deste sábado, o Artilheiro do Amor visitou o hotel na Zona Oeste da cidade onde o time está concentrado para enfrentar neste domingo o Botafogo, às 18h30m (de Brasília), no retorno ao Maracanã. Na concentração, ele se encontrou com o goleiro Paulo Victor e atacante Hernane, dupla que divide o quarto e registrou o momento com fotos em uma rede social.

Paulo Victor Love Hernane (Foto: Reprodução / Twitter) 
Visita ilustre: Love reencontra Paulo Victor e Hernane na concentração do Fla (Foto: Reprodução / Twitter)
 
Love chegou ao Rio nesta sexta-feira para a retirada do visto chinês e viaja ainda neste sábado para a China. O atacante deixou o CSKA, da Rússia, e vai reforçar o Shandong Luneng em transação que rondou os € 12 milhões (cerca de R$ 35,1 milhões).

Rubro-negro declarado, Vagner Love encerrou sua segunda passagem pelo Flamengo em janeiro. E a ruptura deixou marcas. O motivo da liberação de Love, de acordo com os dirigentes, foi para cortar gastos. O atleta revelou que foi procurado em dezembro do ano passado pelos dirigentes e que ouviu que contavam com ele. Porém, um mês depois, recebeu a notícia de que não fazia mais parte dos planos.


Flamengo vence Botafogo no futebol americano

O palco não era o Maracanã. Tampouco o público era de milhares de pessoas (cerca de 650 ingressos foram vendidos, de acordo com a organização). Mas o clima de clássico continua o mesmo. Na véspera do retorno dos times ao templo do futebol brasileiro, Flamengo e Botafogo fizeram um duelo no futebol americano com muita rivalidade, diversas faltas e alguns momentos de tensão neste sábado. Se valeu como prévia do confronto pelo Brasileirão, melhor para a torcida rubro-negra, que fez festa nas arquibancadas do Estádio Luso-Brasileiro, na Ilha do Governador, com uma vitória por 14 a 3, pelo Torneio Touchdown, graças a Vinny e Rato.

Flamengo x Botafogo Futebol Americano (Foto: Adriano Albuquerque) 
Rato (46) foi fundamental para o Flamengo FA bater o Botafogo FA (Foto: Adriano Albuquerque)

- É a primeira vez que a gente se enfrenta. São jogadores que se conhecem há muito tempo, desde a época da areia, e são rivais há muito tempo. Quando você monta um palco como esse, com torcida, com toda essa expectativa, tudo isso e ainda mais no início de temporada, é só o terceiro jogo, a gente esperava que acontecessem erros. Foram mais erros do que eu esperava, o time estava um pouco nervoso, mas foi bom que a gente saiu com a vitória e agora tem tempo para trabalhar. O importante foi que o planejamento de jogo funcionou – analisou o técnico Otavio Roichman.

Depois do jogo, enquanto os atletas do Botafogo lamentavam os erros cometidos, os jogadores do Flamengo ainda tentavam encontrar palavras para explicar as sensações que tinham vivido.

- Em um primeiro momento a gente só sente, o coração vai batendo junto. A torcida vai gritando e você quer cantar junto, até porque eu sou flamenguista. Você tem que achar o limite de até que ponto você vai cantar junto ou se focar somente no jogo. É meio que indescritível a sensação. Ter a oportunidade de jogar bem, ouvir a torcida gritando é bem surreal. Nunca tinha sentido isso até hoje - contou o cornerback Bruno Rosa, o Sapo.

O peso do clássico pareceu ter tido efeito ruim nas duas equipes no início da partida. Aparentando nervosismo, os times cometeram muitos erros e faltas nos primeiros quartos da partida. Ex-jogador do Botafogo, o running back Rato fez diferença pelo Flamengo. Depois de receber passe curto, avançou 23 jardas e deixou o rubro-negro em boa situação no fim do primeiro quarto.

Flamengo x Botafogo Futebol Americano (Foto: Leo Velasco)
Na primeira jogada do segundo quarto, uma imagem que a torcida rubro-negra se acostumou a ver muitas vezes no futebol. Passe do camisa 10 para o camisa 9 e festa da torcida. O quarterback Ramon “Mamão” Martire achou o wide receiver Rodrigo “Vinny” Pons na endzone, e o Flamengo abriu 7 a 0. Depois de 135 minutos de jogo no campeonato, a defesa alvinegra sofria seus primeiros pontos. O touchdown, porém, não mudou muito o panorama do duelo, que seguiu marcado pelos erros e foi para o intervalo com a pequena vantagem do time da Gávea.

O Botafogo voltou melhor. Dois grandes passes do quarterback Travis para o wide receiver Matheus “Ruth” e uma falta da defesa do Flamengo deixaram o Botafogo na linha de uma jarda. Mas os rubro-negros conseguiram segurar o ataque alvinegro, que teve que se contentar com um field goal para diminuir a diferença para 7 a 3. Na arquibancada, a torcida do Fla comemorou como se tivesse marcado um gol.

Os erros e as faltas seguiram custando caro aos dois times, mas Menor, primo do maior ídolo da história do futebol rubro-negro, Zico, passou a aparecer mais pelo Flamengo. E Rato, melhor em campo, mais uma vez fez a diferença. O running back conseguiu um touchdown, o Rubro-Negro ampliou para 14 a 3, e o Botafogo não teve mais forças para reagir. Já no fim, o Fla quase ampliou com Bruno "Sapo",  mas o touchdown após uma interceptação foi anulado porque um companheiro havia cometido uma falta.

Na prévia do encontro deste domingo pelo Campeonato Brasileiro, às 18h30m, no Maracanã, quem saiu na frente foi o Flamengo - só que no futebol americano.

Flamengo x Botafogo Futebol Americano (Foto: Adriano Albuquerque) 
Neste sábado, torcida do Flamengo fez a festa no Luso-Brasileiro (Foto: Adriano Albuquerque)
 
 
 
 

De volta, Léo Moura se declara: 'Tenho um chamego com o Maracanã'




Leo Moura coletiva Flamengo (Foto: Richard Souza)Léo Moura tem seis títulos com a camisa do Flamengo. São quatro Cariocas, uma Copa do Brasil e um Brasileiro. Destes, cinco foram conquistados no Maracanã. Desde 2005 no clube, o lateral-direito, hoje com 34 anos, disputou 437 partidas pelo Rubro-Negro. Destas, 194 foram no Maior do Mundo. A última em 2010, no dia 5 de setembro, um empate sem gols com o Santos. Desde então, só saudade. Léo chegou a ter dúvidas se pisaria novamente no palco como jogador do Flamengo, mas resistiu aos quase três anos de espera. Neste domingo, volta ao estádio que tem como uma extensão de casa, um amigo, um parente. O adversário será o Botafogo, às 18h30m (de Brasília). Chega de esperar. 

- Foram cinco títulos importantes demais para a minha carreira, meus principais títulos foram lá. Confesso que estava com muita saudade. Quando paramos de jogar, achei que talvez nem fosse voltar, mas estou feliz por voltar, num novo momento, é um novo Maracanã. Espero que a gente comece a fazer uma história diferente, uma história de vitória, num novo palco. O time está tão ansioso quanto eu.

Léo viveu mais capítulos felizes do que tristes no Maraca. A última vez que esteve por ali foi como espectador, no fim de abril. Assistiu ao jogo entre Amigos de Ronaldo Fenômeno e Amigos de Bebeto, que serviu de evento-teste para o novo estádio antes da Copa das Confederações. Dos 43 gols que tem com a camisa do Flamengo, 18 foram no Maracanã.

- Foram muitos jogos, gols, títulos, algumas tristezas, como a derrota para o América do México (eliminação na Libertadores de 2008), meu primeiro título com a camisa do Flamengo foi no Maracanã (Copa do Brasil de 2006). Tenho um chamego com o Maracanã, é a casa do Flamengo, a torcida vai em peso para apoiar, incentivar. É uma alegria estar voltando.

E a volta ao Maracanã devolve ao jogador alguns sentimentos que andavam distantes. 

- Tem todo o clima quando você chega ao Maracanã, passava pelo portão na entrada e sempre via muitos torcedores, aquela subida do túnel, que já não existe mais, entrava em campo e olhava para aquele nosso lado esquerdo, torcida sempre presente ali. São coisas do antigo Maracanã que sempre ficaram na lembrança.

Leo Moura Maracanã reabertura (Foto: Janir Junior) Neste domingo, contra o Botafogo, Léo espera duas coisas no reencontro com a torcida: apoio e pressão.

- Começar uma nova história com uma vitória num clássico vai ser maravilhoso. A pressão é grande por voltar a jogar no Maracanã. O incentivo vai ser muito grande. A gente vai contar muito com o apoio da torcida. Certeza que vai fazer muita diferença. A torcida vai estar mais perto, vamos ouvir muitos gritos de incentivo e de cobrança. O calor da torcida é importante. A gente não quer que tenha violência, mesmo sendo clássico, as torcidas vão estar mais perto uma da outra. Estou pensando que vai ser uma coisa muito especial. Vai ser diferente de tudo. Antigamente, tinha a geral, agora não tem mais, é todo mundo sentadinho. A torcida do Flamengo vai fazer a mesma festa de quando tinha geral e arquibancada.

Com a camisa do Flamengo, Léo Moura marcou quatro gols no Botafogo. As equipes não se enfrentam no Maracanã há três anos. O último confronto ocorreu no dia 14 de julho de 2010. Na partida válida pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro, o Rubro-Negro venceu por 1 a 0, gol de Paulo Sérgio, diante de 19.313 pagantes. Dos atuais jogadores do grupo, só Léo Moura participou daquele clássico.