O martelo, contudo, não está batido. O presidente Peter Siemsen ainda avalia os estragos que a medida poderia causar na já desgastada relação com o Flamengo, parceiro de primeira hora em batalhas como a do Campeonato Estadual e a da Liga Sul-Minas-Rio. Pesa também o temor de ter um jogo com pouquíssimo público no Raulino de Oliveira.
sábado, 8 de outubro de 2016
Falta pouco! Após buraco, gramado começa a ser colocado no Maracanã
Falta
pouco! Na manhã deste sábado, funcionários começaram a colocar o novo
gramado do Maracanã. Antes, porém, o terreno do campo precisou passar
por reforma para fechar o buraco que foi feito para a festa de encerramento da Paralimpíada e gerou muita polêmica. A expectativa é que o estádio fique pronto até terça-feira, prazo em que sairá a definição se o jogo Flamengo x Corinthians poderá ser disputado no local.
Funcionários começaram desde cedo neste sábado a recolocar a grama no campo do Maracanã (Foto: Divulgação)
A
grama chegou ao estádio ainda antes do sol raiar em rolos de
aproximadamente 18 metros de comprimento e 1,20 de largura cada um,
transportados em caminhões no período da noite para mantê-los úmidos. A
tecnologia avançada desse tipo de colocação chamada de "Maxi Rolo"
possibilita que um campo de dimensões oficiais seja plantado em dois
dias. A Greenleaf é a única empresa no Brasil que tem o recurso de
colocar o campo para jogo em poucos dias.
Desde
antes da Copa das Confederações de 2013, a grama é cultivada em uma
fazenda da Itograss no distrito de Sampaio Corrêa, em
Saquarema, na Região dos Lagos do Rio, exclusivamente para o Maracanã. A
areia do terreno é a mesma usada para tampar o buraco e no alinhamento
do estádio.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Flamengo acerta contrato de patrocínio com empresa de engenharia
O Flamengo anunciará em breve um novo patrocinador para estampar a sua
camisa oficial. O Rubro-Negro acertou um contrato até dezembro de 2018
com a MRV Engenharia. A parceria será votada oficialmente no Conselho
Deliberatativo do clube na próxima semana. A reunião está marcada para a
terça-feira.
O projeto inclui que a logomarca da nova empresa
patrocinadora ficará estampada na parte superior costas da camisa do
Flamengo (como mostra a imagem ao lado).
- A gente ainda tem
que aguardar a aprovação do conselho. O conselho aprovando, é bacana por
ser um patrocínio longo. Essa é a uma da principais mensagens que
queremos passar, parceria pensando em longo prazo, reconhecendo a
importância. Mas o conselho é quem aprova - disse o vice-presidente de
marketing, Daniel Orlean.
Recentemente, o clube também havia fechado parceria para voltar a ter a logomarca do IFood, aplicativo de comidas a domicílio. As partes fecharam um acordo até dezembro. Os valores foram de R$1,5 milhão.
Antes
do retorno, a marca do IFood havia patrocinado o Flamengo entre 2 de
junho e 31 de julho deste ano. No início da parceria, a logomarca ficou
posicionada na parte superior das costas da camisa e depois passou à
manga quando deu lugar à Clipper. A última, marca de isqueiros da
empresa espanhola Flamagas S.A. ficou por menos tempo no uniforme
rubro-negro, mas tem o direito de licenciar produtos com a marca do
clube por dois anos.
Zé mostra confiança em PV: ''Mesmo chateado, não deixou de trabalhar''
O
técnico Zé Ricardo reiterou sua confiança em ter que contar com alguns
jogadores reservas na partida de domingo, contra o Santa Cruz. Ao falar
especificamente da entrada do goleiro Paulo Victor, foi além. Reforçou
que o atleta, mesmo chateado com o momento que culminou na perda da vaga
de titular para Alex Muralha, continuou trabalhando duro. Ao enaltecer a
postura do comandado, disse que houve respeito mútuo durante todo esse
período.
- A história do Paulo todo mundo já conhece. Mas uma coisa tem que ser
dita, ele não deixou de trabalhar nenhum momento. Mesmo chateado, o que é
normal, um atleta criado no clube e que vinha atuando a bastante tempo.
Respeitamos muito a opinião dele. Mas é importante ressaltar que não
deixou de trabalhar e merece todo meu respeito por isso. Respeitou a
decisão. Deixa a gente confiante de que vai fazer uma grande partida é
que se esforçou ao máximo e está pronto. Infelizmente teve duas
contusões seguidas, o que o impossibilitou de jogar nove partidas. Nesse
período o Alex acabou aproveitando, e eu o mantive na condição de
titular. Mas nada que tenha desmotivado o Paulo Victor - disse Zé.
A
última participação de Paulo Victor em um jogo foi na derrota por 4 a 2
para o Figueirense, no jogo de ida da segunda fase da Copa
Sul-Americana, em 24 de agosto. Na ocasião, o técnico Zé Ricardo decidiu
poupar quase todos os titulares. O goleiro sofreu críticas após o
duelo, e o treinador se preocupou em dar o apoio necessário. PV ocupou a
posição de titular do gol do Flamengo no período entre julho de 2014 e
maior deste ano. Depois de uma lesão, perdeu o posto e também espaço.
Paulo
Victor treino do Flamengo nesta sexta-feira: chance de titular com
desfalque de Alex Muralha (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
O
Flamengo conta com quatro desfalques o time titular na partida de
domingo. Muralha e Guerrero defendem suas seleções, enquanto Leandro
Damião e Jorge cumprem suspensão. O treinador confirmou, além de Paulo
Victor, a presença de Felipe Vizeu e Chiquinho.
- A gente
testou uma formação ontem. Vamos ver que foi melhor para encaixar no
jogo, amanhã devo decidir. Se não jogar o Everton joga o Fernando.
Gabriel do outro lado, o Marcelo voltou a treinar bem. Foi uma semana
boa do Thiago Santos, procuro uma oportunidade para colocá-lo. De acordo
a análise dos treinos vamos tomar a decisão - disse Zé.
O
Flamengo está a três pontos do líder Palmeiras, somando 54. A última
partida foi no sábado, no empate sem gols diante do São Paulo. A equipe
joga neste domingo, às 17h (de Brasília), diante do Santa Cruz.
Flamengo x Santa Cruz
Local: Pacaembu, São Paulo
Local: Pacaembu, São Paulo
Data e horário: domingo, 17h (horário de Brasília)
Escalação provável: Paulo Victor, Pará, Réver, Rafael Vaz e Chiquinho; Márcio Araújo, Willian Arão e Diego; Gabriel, Fernandinho (Everton) e Felipe Vizeu.
Desfalques: Alex Muralha e Guerrero (seleções); Jorge e Leandro Damião (suspensos); Ederson (machucado)
Pendurados: Diego, Ederson, Everton, Léo Duarte, Mancuello e Rafael Vaz.
Arbitragem: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa/MG), auxiliado por Guilherme Dias Camilo (Fifa/MG) e Alessandro Rocha de Matos (Fifa/BA).
Transmissão: TV Globo para RJ, SC, PR (Londrina), MG (menos Coronel Fabriciano e Montes Claros), ES, GO, TO, MS, MT, BA, SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP e DF (com Luis Roberto, Junior e Renato Marsiglia), Premiere, Premiere HD (com Luiz Carlos Jr e Roger Flores) e Tempo Real do GloboEsporte.com
Acordo que reduz dívida do Flamengo com Romário pela metade será votado dia 10
Os valores se referem ao rompimento do contrato com a RSF Eventos e Promoções, empresa que cuidava dos direitos de imagem do ex-jogador e hoje senador. Em março de 2015, o clube também pagou R$ 4,2 milhões à vista a Romário por conta de encargos não recolhidos entre 1995 e 1999.
Domingo tem Mengão na Globo
Série A do Brasileiro
17h Flamengo x Santa Cruz
Transmissão: TV Globo para RJ, SC, PR (Londrina), MG (menos Coronel Fabriciano e Montes Claros), ES, GO, TO, MS, MT, BA, SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP e DF (com Luis Roberto, Junior e Renato Marsiglia) e Premiere e Premiere HD (com Luiz Carlos Jr e Roger Flores)
Vizeu busca aproveitar nova chance no time titular: "Vontade e garra"
Liberado pela Seleção
Brasileira Sub-20 para atuar no próximo desafio do Mais Querido pelo
Campeonato Brasileiro, Felipe Vizeu falou aos jornalistas na sala de
imprensa do CT George Helal. O centroavante falou sobre o que espera de
sua performance contra o Santa Cruz, além de falar sobre o momento da
equipe na competição, que segue na cola do líder.
Veja os principais trechos:
Momento rubro-negro no Brasileirão
Nosso
momento é bom, mas sabemos que no Brasileiro precisamos pensar em cada
partida. Temos consciência de que o Palmeiras está bem, mas precisamos
menter o foco nos nossos jogos. O Santa Cruz será mais um adversário
difícil e precisamos pensar neles agora.
Liberação da Seleção Brasileira Sub-20
Sempre
acontece de conversarem com o atleta antes de qualquer decisão ser
tomada. Fico feliz pelo reconhecimento e pela confiança que a diretoria e
a comissão técnica depositaram em mim mais uma vez. Agradeço também à
CBF pela liberação. Agora é focar na próxima partida para conseguirmos o
melhor resultado possível. Estou muito confiante e com a cabeça boa.
Espero fazer um ótimo jogo.
Papo com o técnico Rogério Micale
Na
verdade, a diretoria conversou melhor com ele. Enquanto estive lá,
procurei focar nos treinamentos. Sei que voltando depois de treinar com a
Seleção, chego com uma responsabilidade ainda maior, o atleta acaba
recebendo um olhar diferente por parte de todos. Preciso fazer disso uma
motivação.
Planos para o futuro
Meu
contrato aqui é longo, então não posso discutir sobre isso. Foi
renovado logo no início do ano. Meu foco continua total no Flamengo. Sei
que temos dois centroavantes de alto nível no elenco, consagrados, com
quem aprendo bastante, mas sigo buscando meu espaço. Fico feliz por
iniciar a próxima partida.
Expectativa para o desempenho contra o Santa Cruz
Vou
entrar em campo com muita vontade e garra, disso o torcedor pode ter
certeza. Procurarei ajudar a equipe e, caso tenha oportunidades de
marcar, estarei focado para aproveitar essas chances da melhor maneira
possível. Estou bem tranquilo quanto a isso.
Fora de casa, Flamengo bate o Macaé pelo Estadual de basquete

O FlaBasquete voltou a vencer e
se reabilitou no Campeonato Carioca de basquete. Jogando em Macaé, o
Orgulho da Nação bateu o time da casa por 91 a 71 e chegou a terceira
vitória em quatro jogos no estadual. Marquinhos foi o grande destaque da
equipe no triunfo e o cestinha da partida com 28 pontos.
O Macaé começou melhor a partida. Jogando em casa, impôs o ritmo inicial e abriu 23x14 ao final dos primeiros dez minutos. Entretanto, a partir do segundo quarto, o Flamengo passou a mandar na partida fez 25x19 e reduziu a vantagem. Ao final do primeiro tempo os donos da casa venciam por 42x39.
O segundo tempo foi inteiro do Flamengo. Jogando bem, rodando a equipe e com ótimo aproveitamento nos arremessos, o Rubro-Negro abriu 27x12 na terceira parte e entrou no último quarto vencendo por 66x54. Nos últimos dez minutos, administrou e ampliou a vantagem, anotou 25x17 e fechou a partida vencendo por 20 pontos de diferença.
Além de Marquinhos, cestinha do jogo, destaque para Olivinha (19 pontos) e JP Batista (17 pontos).
O Macaé começou melhor a partida. Jogando em casa, impôs o ritmo inicial e abriu 23x14 ao final dos primeiros dez minutos. Entretanto, a partir do segundo quarto, o Flamengo passou a mandar na partida fez 25x19 e reduziu a vantagem. Ao final do primeiro tempo os donos da casa venciam por 42x39.
O segundo tempo foi inteiro do Flamengo. Jogando bem, rodando a equipe e com ótimo aproveitamento nos arremessos, o Rubro-Negro abriu 27x12 na terceira parte e entrou no último quarto vencendo por 66x54. Nos últimos dez minutos, administrou e ampliou a vantagem, anotou 25x17 e fechou a partida vencendo por 20 pontos de diferença.
Além de Marquinhos, cestinha do jogo, destaque para Olivinha (19 pontos) e JP Batista (17 pontos).
Fluminense solicita carga mínima para rubro-negros, mas tricolores estudam recuo
O martelo, contudo, não está batido. O presidente Peter Siemsen ainda avalia os estragos que a medida poderia causar na já desgastada relação com o Flamengo, parceiro de primeira hora em batalhas como a do Campeonato Estadual e a da Liga Sul-Minas-Rio. Pesa também o temor de ter um jogo com pouquíssimo público no Raulino de Oliveira.
—
Isso só deve ser confirmado na reunião sobre segurança na federação.
Esse é o desejo do Fluminense, não vamos interferir, pois o regulamento
do Campeonato Brasileiro permite isso — afirmou o major Silvio Luiz,
comandante do Gepe.
No turno, o Flamengo cedeu ao Tricolor 50% das
entradas do clássico que foi disputado em Manaus. Na ocasião, cada um
dos clubes levou para casa uma cota de pouco menos de R$ 510 mil. Na
Gávea, causa desconforto a possibilidade de o co-irmão não retribuir a
divisão de bilhetes que foi adotada pelo Rubro-negro na partida da
capital do Amazonas. Fora de campo, o jogo já começou.
Chiquinho tem última chance no Flamengo para garantir improvável permanência
O lateral, que foi
solicitado na Copa Sul-Americana nas derrotas para Palestino e
Figueirense, treinou de novo entre os titulares na ausência de Jorge,
suspenso, e deve encarar o Santa Cruz. Em entrevista coletiva rara,
Chiquinho falou que tem confiança em fazer um bom trabalho.
-
Tenho a confiança de todos. Não só do grupo, como também do treinador e
da diretoria. Quem entra em campo tem dado conta do recado e comigo não
será diferente. Farei meu melhor para sairmos com a vitória - avisou.
O
técnico Zé Ricardo treinou ainda com Fernandinho no lugar de Everton.
Paulo Victor substituiu Muralha e Vizeu entra na vaga de Guerrero, ambos
convocados. Leandro Damião é outro desfalque por suspensão. O time deve
ter: Paulo Victor, Pará, Réver, Vaz e Chiquinho; Márcio Araújo, Willian
Arão, Diego, Gabriel, Vizeu e Fernandinho. O treinador deve fazer os
últimos testes e confirmar a formação em coletivo nesta sexta-feira.
Quase lá! Grama do Maracanã estará completamente colocada na terça-feira
O campo do Maracanã está cada vez mais perto de ficar pronto. Depois de fechar o buraco, que foi feito para a festa de encerramento da Paralimpíada e gerou muita polêmica,
a Greenleaf terminou os ajustes na irrigação e também o processo de
alinhamento a laser, deixando o terreno preparado para receber o
gramado. Os rolos chegam na manhã de sábado e serão colocados, caso não
aconteça nenhum imprevisto climático, até a próxima terça-feira.
O
prazo estabelecido pela empresa para deixar o gramado pronto para jogos
segue dia 20. Os rolos de aproximadamente 18 metros de comprimento e
1,20 de largura cada um, são trazidos em caminhões no período da noite
para mantê-los úmidos. A tecnologia avançada desse tipo de colocação
chamada de "Max Rolo" possibilita que um campo de dimensões oficiais
seja plantado em três ou quatro dias.
Flamengo observa de perto
Flamengo observa de perto
Desde
antes da Copa das Confederações de 2013, a grama é cultivada em uma
fazenda da Itograss no distrito de Sampaio Corrêa, em
Saquarema, na Região dos Lagos do Rio, exclusivamente para o Maracanã. A
areia do terreno é a mesma usada para tampar o buraco e no alinhamento
do estádio.
O Flamengo acompanha tudo muito de perto e mantém contatos para saber se
o campo será liberado para a partida contra o Corinthians, no próximo
dia 23. Pronto estará, mas a realização do jogo depende de quem administrará o estádio, mais especificamente a transição entre o
comitê e o consórcio, que vai romper o contrato de gestão do Maracanã. O
clube
espera essa definição na próxima semana para saber de que forma poderia operar seus
últimos jogos
no Campeonato Brasileiro.
- Primeiro o comitê precisa devolver o Maracanã, e governo e
consórcio pegarem de volta. Depois, estas duas partes devem se entender para
gerir essa transição até uma nova licitação. Estamos tentando viabilizar uma
forma de as partidas acontecerem, mas ainda sob a administração do consórcio.
Vamos ver em que aspecto isso ocorreria - chegou a declarar Fred Luz, diretor geral do clube.
Terreno do Maracanã foi alinhado e espera os rolos de grama para ficar pronto (Foto: reprodução)
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Flamengo recebe proposta por terreno para estádio, mas ainda aguarda Maracanã
Apesar
de insistir e apostar em acerto para administrar o Maracanã, o
Flamengo tem uma carta na manga. Enquanto aguarda
definição a respeito de como será feita a nova licitação do Maracanã, o Rubro-Negro
estuda proposta de permuta envolvendo o Edifício Hilton Santos (sede
do Morro da Viúva). O clube trocaria o prédio no bairro do Flamengo, na Zona Sul, por um terreno para
construir o estádio próprio.
A situação ainda é tratada em sigilo. Principalmente porque o plano A continua sendo acordo satisfatório para a utilização do Maracanã. O grupo que fez a proposta oferece um terreno que fica na Zona Oeste do Rio, com cerca de 90 mil metros quadrados.
- Realmente houve uma proposta nesse sentido, não posso entrar em detalhes, mas continuamos aguardando o desfecho da situação envolvendo o Maracanã - disse o vice-presidente de patrimônio do Flamengo, Alexandre Wrobel.
A situação ainda é tratada em sigilo. Principalmente porque o plano A continua sendo acordo satisfatório para a utilização do Maracanã. O grupo que fez a proposta oferece um terreno que fica na Zona Oeste do Rio, com cerca de 90 mil metros quadrados.
- Realmente houve uma proposta nesse sentido, não posso entrar em detalhes, mas continuamos aguardando o desfecho da situação envolvendo o Maracanã - disse o vice-presidente de patrimônio do Flamengo, Alexandre Wrobel.
Sem
poder usar o Maracanã durante praticamente toda a temporada 2016, o
Flamengo vem jogando fora do Rio de Janeiro. A opção que acabou
agradando mais foi o estádio Kleber Andrade, em Cariacica (ES), onde a equipe só perdeu uma vez e ganhou sete. O time também
mandou jogos em outras cidades como Brasília, Natal e São Paulo.
O Flamengo retomou o controle do prédio do Morro da Viúva em janeiro. Na ocasião. o Conselho Deliberativo do clube aprovou o distrato da escritura de locação à REX, braço imobiliário da EBX, de Eike Batista. A empresa havia arrendado o prédio em 2013 para a construção de um hotel, mas acabou por deixar o local abandonado.
O Flamengo retomou o controle do prédio do Morro da Viúva em janeiro. Na ocasião. o Conselho Deliberativo do clube aprovou o distrato da escritura de locação à REX, braço imobiliário da EBX, de Eike Batista. A empresa havia arrendado o prédio em 2013 para a construção de um hotel, mas acabou por deixar o local abandonado.
Maracanã ainda é a prioridade rubro-negra (Foto: Getty Images)
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
CBF marca Fla-Flu para o Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, no dia 13
Martelo, enfim, batido. Na tarde desta quarta-feira, a CBF informou em
seu site oficial que o Fla-Flu da 30ª rodada do Brasileirão será
disputado em Volta Redonda, no estádio Raulino de Oliveira. O clássico
será no dia 13, às 21h (de Brasília), com mando tricolor. Em nota, a
entidade informou que a impossibilidade de o estádio Luso Brasileiro
(Arena Botafogo) ser utilizado motivou a alteração. Desta forma, está
encerrada a polêmica sobre o local do clássico, que rendeu assunto e
atritos entre Flamengo, Fluminense e Botafogo.
A carga de ingressos deve ser dividida da seguinte forma: 90% para o Fluminense e 10% para o Flamengo, com a renda sendo dividida igualitariamente. O Rubro-Negro poderá contar com o goleiro Alex Muralha e com o atacante Paolo Guerrero, que retornarão das seleções brasileira e peruana, respectivamente.
Confira o comunicado da CBF:
Diante da impossibilidade de utilização do Estádio Luso Brasileiro (Arena Botafogo) e pela ausência de estádios no município do Rio de Janeiro que atendam às exigências regulamentares da competição e dos órgãos de segurança pública para o jogo em questão, em respeito ao Art. 13 do Regulamento Geral das Competições e os prazos ali estipulados, a partida está sendo programada para o Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda/RJ.
Raulino de Oliveira será o palco do Fla-Flu da semana que vem (Foto: Gustavo Rotstein)
Polêmica entre Fla, Flu e Bota
Uma enorme polêmica envolveu o Fla-Flu. Na segunda-feira, já estava tudo verbalmente acertado entre Fluminense, mandante do duelo, e o Botafogo para que o Tricolor mandasse o clássico na Ilha: o aluguel sairia por R$ 180 mil, com os envolvidos se responsabilizando sobre despesas operacionais e eventuais danos. Na terça, porém, tudo mudou.
O Alvinegro enviou um documento para a Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj) alegando que o estádio na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro, não poderia receber o clássico. A justificativa dada ao Fluminense, mandante, foi de problemas na tubulação de esgoto perto da arquibancada Sul, destinada aos visitantes. Só que a questão é muito mais política e aflora crises antigas entre os três presidentes: o alvinegro Carlos Eduardo Pereira, o tricolor Peter Siemsen e o rubro-negro Eduardo Bandeira de Mello. Na tarde desta quarta, o Botafogo publicou um comunicado em que sequer cita o suposto problema na tubulação. Diz apenas que não houve acordo comercial satisfatório com o Fluminense e que há a preocupação em não descartar o gramado da Arena.
A briga entre Botafogo e Fluminense começou em 2015, durante o Carioca. Em entrevista ao jornal "Extra", Peter criticou o Alvinegro pela aproximação com a Ferj e disse: "Não sei o que eles querem com isso. Talvez uma conta bancária mais alta". CEP respondeu em nota oficial que as declarações foram "ofensivas e descabidas", e depois Anderson Simões, ex-vice-presidente administrativo e hoje vice de estádios, fechou as portas do Nilton Santos – como a diretoria rebatizou o Engenhão – para o rival enquanto não houvesse retratação, o que nunca aconteceu.
O racha entre Botafogo e Flamengo também é antigo e vem desde o polêmico vídeo do grupo "Porta dos Fundos", que ironizava a quantidade de patrocínios pontuais do Alvinegro. O caso Willian Arão no fim do ano passado, no entanto, acabou com qualquer cordialidade entre as duas diretorias. Desde então, CEP se nega a negociar com o Rubro-Negro até que a situação seja definida.
A carga de ingressos deve ser dividida da seguinte forma: 90% para o Fluminense e 10% para o Flamengo, com a renda sendo dividida igualitariamente. O Rubro-Negro poderá contar com o goleiro Alex Muralha e com o atacante Paolo Guerrero, que retornarão das seleções brasileira e peruana, respectivamente.
Confira o comunicado da CBF:
Diante da impossibilidade de utilização do Estádio Luso Brasileiro (Arena Botafogo) e pela ausência de estádios no município do Rio de Janeiro que atendam às exigências regulamentares da competição e dos órgãos de segurança pública para o jogo em questão, em respeito ao Art. 13 do Regulamento Geral das Competições e os prazos ali estipulados, a partida está sendo programada para o Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda/RJ.
Raulino de Oliveira será o palco do Fla-Flu da semana que vem (Foto: Gustavo Rotstein)
Polêmica entre Fla, Flu e Bota
Uma enorme polêmica envolveu o Fla-Flu. Na segunda-feira, já estava tudo verbalmente acertado entre Fluminense, mandante do duelo, e o Botafogo para que o Tricolor mandasse o clássico na Ilha: o aluguel sairia por R$ 180 mil, com os envolvidos se responsabilizando sobre despesas operacionais e eventuais danos. Na terça, porém, tudo mudou.
O Alvinegro enviou um documento para a Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj) alegando que o estádio na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro, não poderia receber o clássico. A justificativa dada ao Fluminense, mandante, foi de problemas na tubulação de esgoto perto da arquibancada Sul, destinada aos visitantes. Só que a questão é muito mais política e aflora crises antigas entre os três presidentes: o alvinegro Carlos Eduardo Pereira, o tricolor Peter Siemsen e o rubro-negro Eduardo Bandeira de Mello. Na tarde desta quarta, o Botafogo publicou um comunicado em que sequer cita o suposto problema na tubulação. Diz apenas que não houve acordo comercial satisfatório com o Fluminense e que há a preocupação em não descartar o gramado da Arena.
A briga entre Botafogo e Fluminense começou em 2015, durante o Carioca. Em entrevista ao jornal "Extra", Peter criticou o Alvinegro pela aproximação com a Ferj e disse: "Não sei o que eles querem com isso. Talvez uma conta bancária mais alta". CEP respondeu em nota oficial que as declarações foram "ofensivas e descabidas", e depois Anderson Simões, ex-vice-presidente administrativo e hoje vice de estádios, fechou as portas do Nilton Santos – como a diretoria rebatizou o Engenhão – para o rival enquanto não houvesse retratação, o que nunca aconteceu.
O racha entre Botafogo e Flamengo também é antigo e vem desde o polêmico vídeo do grupo "Porta dos Fundos", que ironizava a quantidade de patrocínios pontuais do Alvinegro. O caso Willian Arão no fim do ano passado, no entanto, acabou com qualquer cordialidade entre as duas diretorias. Desde então, CEP se nega a negociar com o Rubro-Negro até que a situação seja definida.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Flamengo mantém exigências, trava carioca na TV Globo e é pressionado por rivais
O Fluminense não resistiu à pressão e se juntou a Vasco e Botafogo. Os três assinaram o “de acordo” com a Federação de Futebol do Rio (Ferj) para renovação dos direitos de transmissão do campeonato Carioca com a TV Globo. Só falta o Flamengo. E enquanto o rubro-negro não assinar, ninguém recebe. A cinco meses do fim do ano, as negociações estão estagnadas e o Estadual está perto de ficar sem o rubro-negro na TV pelos próximos oito anos.
.
Embora com a decisão em suas mãos, o Flamengo está cada vez mais pressionado a ceder. A emissora já avisou que não pagará adiantamentos a vsco, Bota e Flu (nem Ferj) enquanto não tiver os quatro grandes. Os clubes precisam de dinheiro e tentam colocar o rubro-negro contra a parede. O Flamengo, por sua vez, não abre mão de alguns pontos:
– receber diretamente (sem que o dinheiro passe pela Federação);
– que o contrato esteja vinculado a regras de transparência, como saber quanto a Ferj empresta de dinheiro aos clubes e as condições desses empréstimos;
– que a Ferj diminua de 10% para 5% a taxa nos jogos;
– que a entidade seja impedida de interferir em preço de ingressos;
– que o decidido nos arbitrais não possam mudar contratos assinados;
– que os clubes possam explorar a publicidade nos estádios;
– e que o valor pago aos clubes seja maior que o recebido pela federação;
Segundo apuração do Blog, a TV Globo dobrou o valor para compra dos direitos do campeonato (2017-2014), oferecendo R$ 120 milhões por ano, no total. Dos quais, R$ 12 milhões (10%) serão pagos à Ferj, enquanto os quatro grandes receberiam R$ 15 milhões (15%) cada. Desta forma, a Federação acabaria ganhando mais do que os clubes, uma vez que ela ainda tem o direito exclusivo de comercialização de propaganda nos estádios, o que pode dar, de acordo com cálculos de quem acompanha o setor, um total de R$ 24 milhões de faturamento.
Descontando os R$ 60 milhões dos quatro grandes e os R$ 12 milhões da Ferj, sobram R$ 48 milhões que seriam divididos a maior parte para os clubes considerados médios: Boa Vista, Volta Redonda, Madureira e Bangu, seguidos dos demais considerados pequenos e ainda as premiações e outras despesas da federação.
Fluminense era aliado contra a Ferj
No início das negociações, Flamengo e Fluminense se colocavam do mesmo lado: contra o controle da Ferj. No entanto, nos últimos dias, o Tricolor acabou cedendo e assinou o “de acordo”. Procurado, Peter Siemsen disse que não comentaria. O presidente apenas afirmou “não recebemos nada até agora pelo Estadual”.
A Ferj se limitou a dizer que “o contrato atual dos direitos de televisionamento do Campeonato Estadual tem vigência até o dia 31 de dezembro de 2016 e a Federação de Futebol do Rio de Janeiro, por obediência à cláusula de confidencialidade, não se manifestará a respeito da renovação”. O Blog, no entanto, também havia questionado sobre as críticas feitas pelo Flamengo, mas a Federação se negou a responder.
O Flamengo também alegou questões de confidencialidade para tratar dos detalhes, mas informou que “o clube não se opõe a que ninguém assine, mas se recusa a fechar um contrato lesivo à instituição e ao futebol carioca. Receber mais do que a federação é o mínimo que se espera. Queremos receber um valor compatível com a importância e a exposição do clube”, disse o presidente Eduardo Bandeira de Mello, completando:
“Estamos tratando com a TV Globo e sabemos que eles também têm boas intenções. Mas se não der para o Flamengo participar com o time principal do Estadual, vamos lamentar. Podemos colocar o time B, mas não teremos nossos jogos transmitidos”, disse.
O ''medo" de Flamengo não disputar o estadual, faz Ferj entrar em acordo com Flamengo no tribunal, pede desculpas e busca reaproximação

O presidente da Federação de
Futebol do Rio (Ferj), Rubens Lopes, e o presidente do Flamengo,
Eduardo Bandeira de Mello, colocaram um ponto final nesta segunda-feira
no episódio do arbitral que terminou em ofensas pessoais em 30 de
janeiro 2015 - havia divergências sobre preços de ingressos no
Campeonato Carioca. Desde então, os dois vivem um racha político
declarado, acirrado posteriormente com a entrada do Flamengo na Primeira
Liga. Depois de ter sido derrotado em primeira instância no processo
cível, Bandeira de Mello concordou com a proposta de reconciliação na
ação criminal.
Houve uma retratação formal de Lopes, que está determinado a retomar uma relação amistosa com o clube da Gávea, e o acordo foi homologado pelo juiz Marcelo Oliveira da Silva, da 32ª Vara Criminal. Um trecho da sentença descreve o acerto: "Tendo em vista o pedido de desculpas formais realizado pelo querelado e o reestabelecimento das relações de cordialidade entre os litigantes, o que contou com a anuência do Ministério Público, homologo o acordo celebrado entre as partes".
Houve uma retratação formal de Lopes, que está determinado a retomar uma relação amistosa com o clube da Gávea, e o acordo foi homologado pelo juiz Marcelo Oliveira da Silva, da 32ª Vara Criminal. Um trecho da sentença descreve o acerto: "Tendo em vista o pedido de desculpas formais realizado pelo querelado e o reestabelecimento das relações de cordialidade entre os litigantes, o que contou com a anuência do Ministério Público, homologo o acordo celebrado entre as partes".
Botafogo veta disputa do Fla-Flu na Ilha, mas CBF cobra explicações
Antes
mesmo de a bola rolar, o Fla-Flu do returno do Brasileirão segue
rendendo polêmica. No fim da tarde desta terça-feira, um novo capítulo
surgiu quando o Botafogo enviou um documento para a Federação de Futebol
do Estado do Rio (Ferj) alegando que o estádio Luso-Brasileiro, na Ilha
do Governador, não poderia receber o clássico no dia 13. No documento, o
clube não justificou motivos, mas internamente se atribui a mudança à
uma tubulação de esgoto que estourou ao lado da arquibancada visitante.
Porém, a CBF resolveu manter o jogo no local e pediu que o Alvinegro
enumere os problemas para que sua equipe de vistoria vá até o estádio
fazer uma inspeção. O Fluminense, que é o mandante, foi informado sobre a
decisão e vai se posicionar ainda nesta terça. O Raulino de Oliveira,
em Volta Redonda, é a segunda opção.
O
que não bate com a história é que o Botafogo tem um jogo no dia
anterior ao Fla-Flu contra o Internacional no estádio e em nenhum
momento sinalizou para Ferj ou CBF uma mudança de local. No Twitter, o
vice-presidente de comunicação alvinegro, Márcio Padilha, garantiu que a
partida do dia 12 será na Ilha.
- Será consertado a tempo - escreveu, ao responder a pergunta de um internauta sobre o esgoto.
Um dia antes, foi anunciado oficialmente que o palco do jogo seria o estádio, que está na alçada do Alvinegro. Manaus também chegou a ser acordada pelos dois clubes, mas a vontade do Fluminense de jogar no Rio prevaleceu. A data então foi alterada do dia 12 para o dia 13, e havia ficado acordado que o Flamengo teria apenas 10% da carga de ingressos para sua torcida. Se o Luso-Brasileiro for realmente vetado, não está descartada a volta da partida para o dia 12, a data original. O Fluminense trabalha com essa possibilidade. A carga de ingressos continuaria assim: 90% para o Fluminense e 10% para o Flamengo. Cada clube receberia 50% da renda.
Reviravoltas
Na noite de segunda-feira, o Fluminense divulgou que o clássico seria realizado no Rio de Janeiro, no dia 13, às 21h. O Estádio Luso-Brasileiro, da Portuguesa, na Ilha, receberia o duelo. Havia um entendimento para que o jogo fosse disputado em Manaus, um dia antes, às 17h, porém o presidente do Tricolor, Peter Siemsen, fez valer a força do mandante e definiu de outra forma. O clube das Laranjeiras anunciou oficialmente a mudança:
"Após conversas com a CBF e com a direção do Botafogo, o Fluminense decidiu realizar o jogo contra o Flamengo no dia 13/10, às 21h, no estádio Luso Brasileiro, na Ilha do Governador, Rio de Janeiro. Como o Flu não abriu mão de estar ao lado de sua torcida, o estádio receberá a configuração de 90/10 em suas arquibancadas. Lembrando que dia 12 o Botafogo jogará no estádio e por isso a partida será realizada no dia seguinte".
O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, revelou-se decepcionado com a decisão tricolor. Ele garantiu que havia um acordo de cavalheiros entre os clubes em relação a dividir a renda igualmente e não restringir a torcida visitante a um espaço reduzido, como ocorreria na Arena Botafogo. Disse que desta forma foi organizada a partida do primeiro turno, em Natal, com mando rubro-negro, onde o Fluminense venceu por 2 a 1, com gols de Richarlison e Willian Arão (contra).
- Havia um acordo de cavalheiros, nada escrito. Falava-se em divisão de renda 50% a 50% e com livre acesso às torcidas. Eles tiveram metade da nossa cota, a torcida do Fluminense teve livre acesso ao estádio, e esperávamos reciprocidade. Mas eles têm direito, o mandante tem direito. Eles podiam fazer. Se deviam fazer, aí eu deixo para que vocês analisem - afirmou Bandeira.
O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, não queria que o jogo fosse realizado numa praça fora do Rio em busca de equilíbrio nas arquibancadas. O Rubro-Negro, aliás, tinha como cenário ideal a realização do clássico no dia 13, na Arena da Amazônia. Queriam a data a fim de ter Alex Muralha e Guerrero, atualmente representando as seleções brasileira e peruana respectivamente, e o local pela divisão equânime de torcidas. Terão seus selecionáveis de volta.
Estádio estaria com problema de tubulação de esgoto perto da arquibancada e estacionamento (Foto: Marcelo Baltar)
- Será consertado a tempo - escreveu, ao responder a pergunta de um internauta sobre o esgoto.
Um dia antes, foi anunciado oficialmente que o palco do jogo seria o estádio, que está na alçada do Alvinegro. Manaus também chegou a ser acordada pelos dois clubes, mas a vontade do Fluminense de jogar no Rio prevaleceu. A data então foi alterada do dia 12 para o dia 13, e havia ficado acordado que o Flamengo teria apenas 10% da carga de ingressos para sua torcida. Se o Luso-Brasileiro for realmente vetado, não está descartada a volta da partida para o dia 12, a data original. O Fluminense trabalha com essa possibilidade. A carga de ingressos continuaria assim: 90% para o Fluminense e 10% para o Flamengo. Cada clube receberia 50% da renda.
Volta Redonda agora passa a ser a casa provável do Fla-Flu (Foto: Gustavo Rotstein)
Na noite de segunda-feira, o Fluminense divulgou que o clássico seria realizado no Rio de Janeiro, no dia 13, às 21h. O Estádio Luso-Brasileiro, da Portuguesa, na Ilha, receberia o duelo. Havia um entendimento para que o jogo fosse disputado em Manaus, um dia antes, às 17h, porém o presidente do Tricolor, Peter Siemsen, fez valer a força do mandante e definiu de outra forma. O clube das Laranjeiras anunciou oficialmente a mudança:
"Após conversas com a CBF e com a direção do Botafogo, o Fluminense decidiu realizar o jogo contra o Flamengo no dia 13/10, às 21h, no estádio Luso Brasileiro, na Ilha do Governador, Rio de Janeiro. Como o Flu não abriu mão de estar ao lado de sua torcida, o estádio receberá a configuração de 90/10 em suas arquibancadas. Lembrando que dia 12 o Botafogo jogará no estádio e por isso a partida será realizada no dia seguinte".
O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, revelou-se decepcionado com a decisão tricolor. Ele garantiu que havia um acordo de cavalheiros entre os clubes em relação a dividir a renda igualmente e não restringir a torcida visitante a um espaço reduzido, como ocorreria na Arena Botafogo. Disse que desta forma foi organizada a partida do primeiro turno, em Natal, com mando rubro-negro, onde o Fluminense venceu por 2 a 1, com gols de Richarlison e Willian Arão (contra).
- Havia um acordo de cavalheiros, nada escrito. Falava-se em divisão de renda 50% a 50% e com livre acesso às torcidas. Eles tiveram metade da nossa cota, a torcida do Fluminense teve livre acesso ao estádio, e esperávamos reciprocidade. Mas eles têm direito, o mandante tem direito. Eles podiam fazer. Se deviam fazer, aí eu deixo para que vocês analisem - afirmou Bandeira.
O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, não queria que o jogo fosse realizado numa praça fora do Rio em busca de equilíbrio nas arquibancadas. O Rubro-Negro, aliás, tinha como cenário ideal a realização do clássico no dia 13, na Arena da Amazônia. Queriam a data a fim de ter Alex Muralha e Guerrero, atualmente representando as seleções brasileira e peruana respectivamente, e o local pela divisão equânime de torcidas. Terão seus selecionáveis de volta.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Reviravolta: Peter bate o pé por Fla-Flu no Rio, e clássico será no galinheiro da Ilha, dia 13
"Após
conversas com a CBF e com a direção do Botafogo, o Fluminense decidiu
realizar o jogo contra o Flamengo no dia 13/10, às 21h, no estádio Luso
Brasileiro, na Ilha do Governador, Rio de Janeiro. Como o Flu não abriu
mão de estar ao lado de sua torcida, o estádio receberá a configuração
de 90/10 em suas arquibancadas. Lembrando que dia 12 o Botafogo jogará
no estádio e por isso a partida será realizada no dia seguinte".
O
presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, revelou-se
decepcionado com a decisão tricolor. Garante que havia um acordo de
cavalheiros entre os clubes em relação a dividir a renda igualmente e
não restringir a torcida visitante a um espaço reduzido, como acontecerá
no próximo dia 13. Disse que desta forma foi organizada a partida do
primeiro turno, em Natal, onde o Fluminense venceu por 2 a 1, com gols
de Richarlison e Willian Arão (contra).
- Havia um acordo de
cavalheiros, nada escrito. Falava-se em divisão de renda 50% a 50% e com
livre acesso às torcidas. Eles tiveram metade da nossa cota, a torcida
do Fluminense teve livre acesso ao estádio, e esperávamos reciprocidade.
Mas eles têm direito, o mandante tem direito. Eles podiam fazer. Se
deviam fazer, aí eu deixo para que vocês analisem - afirmou Bandeira.
Sem
declarações oficiais, o lado do Flamengo confirmava que a partida seria
disputada em Manaus, mas a decisão cabia ao mandante. Siemsen não
queria que o jogo fosse realizado numa praça fora do Rio em busca de
equilíbrio nas arquibancadas. O Rubro-Negro, aliás, tinha como cenário
ideal a realização do clássico no dia 13, na Arena da Amazônia. Queriam a
data a fim de ter Alex Muralha e Guerrero, atualmente representando as
seleções brasileira e peruana respectivamente, e o local pela divisão
equânime de torcidas. Terão seus selecionáveis de volta, mas serão
minoria na arquibancada.
Assinar:
Postagens (Atom)






